Prêmio Educador Nota 10 de 2023: inscrições são prorrogadas

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O prazo de inscrição para o Prêmio Educador Nota 10 foi prorrogado até o dia 13 de agosto. 

Faça sua inscrição no Prêmio Educador Nota 10!

O tema da iniciativa é Direitos Humanos, Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade.

A premiação está alinhada com a Agenda Global 2030 das Nações Unidas que envolve os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) para combater a pobreza, garantir os direitos e combater as mudanças climáticas.

Educadoras(es) podem se inscrever com projetos escolares da educação infantil ao ensino médio, sendo que é necessário que esses projetos tenham sido desenvolvidos ao longo do ano de 2022. 

Todas as regras e detalhes sobre a inscrição e processo seletivo estão disponíveis neste edital.

Criado em 1998, o Prêmio Educador Nota 10 é o maior e mais reconhecido prêmio da educação básica no Brasil. Ao longo das 24 edições realizadas, foram mais de 82 mil projetos inscritos, 261 educadoras(es) premiadas(os) e mais de R$ 3 milhões em premiação. 

Neste ano, o prêmio é realizado pelo Instituto Somos e Fundação Victor Civita. 

Veja também: Plataforma apresenta dados sobre a formação de mais de 2 milhões de professores no Brasil 

Quem pode se inscrever no Prêmio Educador Nota 10?

Podem se inscrever no Prêmio Educador Nota 10: professores e gestores escolares (orientador educacional, orientador pedagógico, coordenador pedagógico e diretor), com mais de 18 anos, com ensino superior completo ou estudantes cursando o último ano das licenciaturas e que atendam aos critérios mencionados abaixo:

  • Ter concluído a graduação em Pedagogia, se for professor de Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental (do 1° ao 5° ano) incluindo Educação de Jovens e Adultos – EJA. No caso de exercer a função e não ter concluído o curso, é necessário ter comprovação da autorização da Secretaria Estadual ou Municipal de Educação.

  • Ter concluído graduação em um dos componentes curriculares listados no item 3.1 do regulamento, na modalidade licenciatura, no caso de professores dos Anos Finais do Ensino Fundamental (do 6° ao 9° ano) e do Ensino Médio, incluindo Educação de Jovens e Adultos – EJA.

  • Ter desenvolvido o trabalho como professor das disciplinas curriculares ou de projetos, sendo titular ou substituto.

  • Ministrar aulas no ensino básico, nas disciplinas curriculares, complementares ou no atendimento educacional especializado em escolas públicas, privadas, filantrópicas de acesso público, rurais ou urbanas.

Seleção do Prêmio Educador Nota 10

Serão realizadas três etapas ao longo do processo seletivo do Prêmio Educador Nota 10. Veja:

  • 1ª fase: Avaliação de documentos e formato dos projetos.

  • 2ª fase: Avaliação dos programas de acordo com os critéios como relevância do tema, aprendizagem dos estudantes, replicabilidade e continuidade do projeto.

  • 3ª fase: Definição dos três finalistas de cada eixo temático. No total serão nove ganhadores em três categorias (Direitos Humanos, Inovação e Sustentabilidade).

As duas primeiras fases serão realizadas ao longo de agosto. Em setembro será feito o anúncio dos ganhadores de cada categoria. 

Os nove projetos finalistas disputarão o título de educador do ano. A divulgação do(a) grande ganhador(a) será feita em um evento na cidade de São Paulo em outubro deste ano. 

Veja: 5 tendências para a educação em 2023

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Premiação

A premiação será dividida entre os três primeiros colocados de cada categoria (Direitos Humanos, Inovação e Sustentabilidade).

  • 1º lugar: R$25 mil 

  • 2º lugar: R$15 mil

  • 3º lugar: R$10 mil 

Professores ganhadores da edição de 2019 do Prêmio Educador Nota 10.

Crédito: Divulgação 

Além do prêmio em dinheiro, cada ganhador receberá uma bolsa integral de pós-graduação e 12 meses de acesso à plataforma PROFs, sistema de formação de educadores da Somos Educação.

A ou o ganhador(a) final receberá mais R$ 25 mil para investimento em serviços, produtos e infraestrutura na escola onde o projeto foi desenvolvido. 

 

Crédito da imagem:

(1) Paula Rodrigues / Ecoa / UOL

 

Por Lucas Afonso

Jornalista